Tem que ter estratégia!

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Imagem gerada por IA.

Não que eu seja um pai convencido, mas sou um pai coruja. E adoro utilizar as falas e as situações do dia a dia em minhas reflexões e artigos.

Essa aqui foi sobre um jogo de futebol na Netflix. Meus meninos estavam jogando juntos contra o “computador” e conversando, quando o Pedro fala para o Miguel: “Chuta! Manda lá pra frente!”

E o Miguel sai de novo com uma de suas pérolas: “Pedro! Não é assim! Tem que ter estratégia!”

Claro que isso, mais uma vez, me marcou. Primeiro por vê-los jogando em sintonia. Segundo porque, na cabeça de um pequeno de 9 anos, já existe a clareza de que, se o objetivo é vencer, não dá para agir de qualquer maneira. É preciso estratégia.

A ação sem estratégia geralmente nos faz perder tempo e recursos. Quando existem múltiplas opções — passar a bola, chutar para o gol, ou meter aquela “bicuda” —, a estratégia é o que nos faz priorizar a alternativa que trará o melhor retorno com o menor esforço.

No mundo corporativo, o cenário é o mesmo.

Algumas pessoas jogam verdadeiramente como um time, desenhando a melhor estratégia para o gol. Outras, infelizmente, só querem dar a “bicuda para a frente” — aquela velha tática de chutar a batata quente para longe e torcer pelo melhor.

No jogo, na vida real, os meninos se acertaram. Definiram uma estratégia e ganharam a partida. Entusiasmados, felizes e satisfeitos.