Mas e o ROI?

A pergunta “Mas e o ROI?” é legítima e frequente em comitês executivos. No contexto de modernização com ITIL e COBIT, o Retorno sobre Investimento deve ser apresentado como o efeito tangível de objetivos estratégicos cumpridos (ROO).

Quando há queda de incidentes, mitigação de riscos e otimização de infraestrutura, o resultado financeiro manifesta-se de forma orgânica e sustentável.

O ROI como consequência do ROO

O retorno financeiro é capturado incrementalmente ao longo das fases de maturidade:

Como apresentar o ROI com Substância Estratégica

Para uma comunicação eficaz com a diretoria, a demonstração financeira deve seguir estes princípios:

  1. Impacto Interno Real: Traduza objetivos atingidos em valores monetários da organização, como horas de trabalho economizadas ou perdas por indisponibilidade evitadas.
  2. Encadeamento Lógico: Mantenha a narrativa de que o ROO (Causa) gera Evidências (Controle) resultando no ROI (Efeito).
  3. Métricas Próprias: Evite percentuais genéricos de mercado. Foque no histórico auditável da própria instituição e na melhoria dos seus indicadores técnicos.

Conclusão

O ROI não desaparece na estratégia de governança; ele ganha contexto e credibilidade. Executivos e conselheiros enxergam valor com mais precisão quando o retorno financeiro é demonstrado como a prova final de que os objetivos estratégicos de resiliência e eficiência foram alcançados.

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