Escrita no meu diário

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Escrever no diário, para mim, sempre começa com a leitura. Antes de escrever qualquer linha, preciso passar por algum texto. Às vezes é um livro, outras vezes um artigo, um trecho curto ou até anotações antigas que volto a reler.

Depois disso, faço uma pausa. Não escrevo imediatamente. Gosto de deixar as ideias assentarem, de observar o que ficou comigo depois da leitura. Nem tudo importa. Só registro aquilo que realmente me toca ou que sinto que merece ser guardado.

Quando começo a escrever, uso um modelo de nota que me ajuda a refletir melhor e a transformar pensamentos soltos em algo mais claro, sempre com foco no meu desenvolvimento pessoal.

O que sustenta esse hábito é a prática diária, mas sem rigidez. Há dias em que a página fica em branco, e isso faz parte. Essa permissão mantém o processo leve e honesto, e impede que o diário vire apenas mais uma obrigação.

Para aprofundar, veja também: A escrita como processo mental.