Gilbert Keith Chesterton

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936), conhecido como G. K. Chesterton, foi ensaísta, romancista, contista, dramaturgo, jornalista, palestrante, biógrafo e crítico de arte inglês. É frequentemente chamado de “príncipe do paradoxo” por seu estilo irônico e provocador.

A revista Time destacou sua técnica de inverter provérbios e alegorias para expor ideias originais. Chesterton tornou-se célebre pelo personagem Padre Brown, sacerdote-detetive de suas histórias, e por obras de apologética como Ortodoxia (1908) e O Homem Eterno (1925). Admirado por escritores como Jorge Luis Borges, foi comparado a Kafka e Poe, mas reconhecido por sua singularidade literária.

No campo político, criticou tanto o capitalismo quanto o socialismo, defendendo o distributismo como alternativa. Foi igualmente severo com progressistas e conservadores de sua época, resumindo: “O negócio dos progressistas é continuar cometendo erros. O negócio dos conservadores é evitar que erros sejam corrigidos.”