Mas e o ROI?
A pergunta é legítima: “Mas e o ROI?”. O retorno sobre investimento continua relevante, porém deve ser apresentado como efeito de objetivos estratégicos cumpridos (ROO). Quando há queda de incidentes, mitigação de riscos e otimização de custos, o resultado financeiro aparece de forma orgânica e sustentável.
O ROI como consequência do ROO
- Fundação → ganhos operacionais: menos falhas e custos ocultos; produtividade e disponibilidade sob controle.
- Governança → risco reduzido: menos não conformidades; multas evitadas; confiança em auditorias e comitês.
- Inovação → eficiência e custo otimizado: automação e nuvem com FinOps; processos mais rápidos e gastos sob governança.
Como apresentar ROI sem perder a substância
- Traduza objetivos atingidos em impacto financeiro interno: custos evitados, horas economizadas, risco mitigado.
- Mantenha o encadeamento lógico: ROO (causa) → evidências → ROI (efeito).
- Evite percentuais universais: foque em métricas da organização e histórico auditável.
Conclusão
O ROI não desaparece: ele ganha contexto. Executivos e conselheiros enxergam valor com mais precisão quando o ROI é demonstrado como consequência de objetivos estratégicos atingidos (ROO), com evidências claras e sustentáveis.